POR:

Cristina Machado

Acadêmica de Jornalismo

COMPARTILHE

O Oeste que nós vemos

De 10 a 31 de outubro é realizada a segunda parte da mostra de fotografia Oeste que eu Vejo.

22 de outubro de 2019

COMPARTILHE

POR:

Cristina Machado

Acadêmica de Jornalismo

Até dia 31 de outubro, os acadêmicos do Centro Universitário Univel podem conferir no corredor do Bloco B a segunda etapa da mostra fotográfica Oeste que eu vejo. A exposição, coordenada pela professora Karin Betiati, apresenta nesta segunda etapa imagens mostram como os alunos de Jornalismo vêem a região em que vivem.

 

Há três anos, o projeto de fotografia, inicialmente intitulado ‘Cascavel que eu vejo’, recebeu nova identidade. Pensando nos alunos que moram em outras cidades do oeste, foi rebatizado de ‘Oeste que eu vejo’. A mostra ocorre no segundo semestre do ano letivo, com produção dos alunos dos terceiros semestres dos cursos de Jornalismo e Fotografia. 

 

De acordo com a professora Karin, o projeto cresceu nos últimos anos. “Começou como uma atividade de sala de aula.  O intuito é dar liberdade fotográfica aos alunos das disciplinas de Fotojornalismo, para que eles possam  expressar sua subjetividade e se manifestar artisticamente. E nisso a atividade cresceu e está tomando uma proporção maior do que o esperado”, conta Karin.

 

Nesses três anos, dezenas de alunos tiveram a oportunidade de participar das exposições, que atraem olhares e elogios. Para os alunos, é uma grande satisfação terem suas fotografias expostas para milhares de acadêmicos todos os dias. 

 

A produção das fotografias estimula a criatividade, e também promove uma competição saudável entre os alunos.  A premiação pode chegar a uma exposição própria. Após a produção, as imagens são apresentadas a jurados, que escolhem as melhores fotos para serem expostas.

Imagem de Ageiél Machado

O projeto tem como objetivo também valorizar a região em que os alunos vivem. A instituição incentiva ações de cunho cultural e que valorizam e integram os municípios da região. “Quando se fala em ‘Oeste que eu vejo’ estamos tentando democratizar, documentar e favorecer o olhar das pessoas sobre os nossos espaços geográficos, culturais e sociais”, explica a coordenadora do projeto.

Este ano a exposição ocorreu no mês de setembro para os alunos do curso de Fotografia, e em outubro para o alunos de Jornalismo. Ao total, os alunos de Jornalismo, expuseram 15 fotografias, com os mais variados temas, ângulos e histórias. 

A acadêmica de jornalismo Izadora Chiquelero teve sua foto exposta e também teve sua imagem selecionada para o banner de divulgação da exposição.  “Quando vi que a minha fotografia foi escolhida para o banner e li o texto que a professora Karin escreveu ao lado, fiquei muito emocionada, porque alguém havia percebido e dado importância ao que eu quis passar com a foto”. 

Izadora nos conta a história da fotografia que produziu.  “Eu estava indo para a psicóloga, e parei do nada para fotografar. Eu carrego um terço no carro, porque a minha mãe diz que me protege. Olhei para ele e fotografei, gostei tanto que escolhi ela para representar o oeste que eu vejo, todos os dias o meu oeste era aquele terço”, conta.

… Após o primeiro bimestre de estudos em torno da história e desenvolvimento do Fotojornalismo, destaca-se aqui, uma das mais importantes características da prática fotográfica, a sensibilidade. Mais do que conhecimento técnico, informações e inspiração advindas da qualidade das obras de reconhecidos fotógrafos, os acadêmicos podem apresentar hoje uma parte do seu aprendizado, no que diz respeito ao registro documental do espaço onde estão inseridos, revelando e reforçando aspectos de um povo, uma cultura, uma geografia.

É importante ressaltar que os alunos tiveram total liberdade para trabalhar, desde a escolha do equipamento a ser utilizado para a captura da imagem, até o teor criativo empregado. Uma orientação de caráter subjetivo foi dada: que saíssem do senso comum, que se desvencilhassem das propostas de imagens representativas da região apresentadas até agora, por outros trabalhos. Pelos olhos dos acadêmicos: O Oeste que Eu Vejo.

 

A exposição permite que os alunos criem admiração por si próprios: “Isso é muito importante! Nos motiva e faz querermos mostrar mais e mais o que temos de melhor. A exposição nos dá a oportunidade de compartilhar a fotografia que tiramos e mostrar também também a evolução que tivemos em meses e anos de estudo”, complementa Izadora. 

 

A realização da exposição é gratificante e emocionante tanto para quem participa, quanto para quem coordena. A professora Karin comenta o quão gratificante é ver os alunos realizando uma parcela de seus sonhos nesta exposição.  “Fico muito feliz ao ver a alegria, a realização e o contentamento deles quando dizem: ‘Olha, fui eu quem fiz essa fotografia, e está aqui exposta’. Como professora, é muito gratificante perceber essa realização na vida de cada um deles”.

Imagem de Izadora Chiquelero

ALUNOS PARTICIPANTES DE JORNALISMO

 

> Ageiél Machado

> Amanda Monteiro

> Amauri Gross

> Aniele Gonçalves dos Santos

> Camila Campos

> Doany M. Bezerra

> Gabriel Portella

> Gustavo A. Matos

> Izadora Chiquelero Lemos

> João Paulo Miguel

> Laura Liba

> Mayane Humeniuk

> Pedro Pereira

> Rafaela Togni

> Thayse Truffa

 

ALUNOS PARTICIPANTES DE FOTOGRAFIA

 

> Aline Andrade

> Aline Sartor

> Janaína Lima Luiz

> Joice Cristina Bogo

> Leonardo Souza

> Lucas Santos

> Murilo Genehr

> Sthefany Mayara

 

> Para saber como foi a primeira parte da exposição Oeste que eu vejo, com as imagens dos alunos de Fotografia, CLIQUE AQUI.

E AÍ, GOSTOU DO CONTEÚDO
OU TEM ALGUMA SUGESTÃO?

Entre em contato: [email protected]